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Resíduos de serviços de saúde: grupos A, B, C, D e E (RDC 222/2018)

Gestão de resíduos de serviços de saúde

Classificar o resíduo na origem é o que define o custo, o risco e o destino de cada saco. Conheça os cinco grupos e as etapas do manejo.

A norma em resumo

A RDC 222/2018, da Anvisa, estabelece os requisitos de boas práticas para o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde. Ela se soma à Resolução Conama 358/2005 e exige que cada serviço tenha um Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS).

Os cinco grupos

  • Grupo A: resíduos com possível presença de agentes biológicos, como materiais contaminados com sangue e fluidos.
  • Grupo B: resíduos com substâncias químicas, como medicamentos e produtos químicos perigosos.
  • Grupo C: rejeitos radioativos.
  • Grupo D: resíduos sem risco biológico, químico ou radiológico, semelhantes aos domiciliares.
  • Grupo E: perfurocortantes, como agulhas, lâminas e ampolas de vidro.

Etapas do manejo

  1. Segregação no momento e no local de geração.
  2. Acondicionamento e identificação de cada tipo.
  3. Transporte interno.
  4. Armazenamento temporário e externo.
  5. Tratamento, quando exigido.
  6. Coleta e transporte externos.
  7. Destinação final ambientalmente adequada.

Erros de descarte mais comuns

  • Resíduo comum descartado como infectante, o que aumenta o custo de tratamento.
  • Perfurocortante fora do coletor apropriado, com risco de acidente.
  • Resíduo químico descartado no lixo comum ou na pia.
  • Falta de registro do peso e do destino, que impede comprovar a rastreabilidade.

Como um sistema ajuda

No CleanFlow, a pesagem é registrada por tipo de resíduo, a coleta externa terceirizada fica controlada e o painel mostra volume e custo por período. Isso apoia a rastreabilidade e a revisão do que está sendo descartado de forma incorreta. A responsabilidade pelo PGRSS continua sendo do serviço de saúde.

Perguntas frequentes

Quais são os grupos de resíduos de serviços de saúde?

Grupo A (biológicos), B (químicos), C (rejeitos radioativos), D (comuns) e E (perfurocortantes), conforme a RDC 222/2018.

O que é o PGRSS?

É o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde, documento que descreve como o serviço gera, segrega, armazena, transporta, trata e destina seus resíduos.

Por que descartar resíduo comum como infectante é um problema?

Porque o resíduo infectante tem tratamento específico e mais caro. Descartar errado aumenta o custo sem benefício.

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